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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Paciência
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não para...
Enquanto o tempo
Acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora
Vou na valsa
A vida é tão rara...
Enquanto todo mundo
Espera a cura do mal
E a loucura finge
Que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...
O mundo vai girando
Cada vez mais veloz
A gente espera do mundo
E o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para
A vida não para não...
Será que é tempo
Que lhe falta para perceber?
Será que temos esse tempo
Para perder?
E quem quer saber?
A vida é tão rara
Tão rara...
Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara
A vida é tão rara...
A vida é tão rara...
COMPOSIÇÃO: Lenine e Dudu Falcão
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
REFLEXÃO!!!!
"Reputação é o que as pessoas pensam ao meu respeito. Caráter é o que eu sou quando ninguém está me olhando"
(D. L. Moody)
(D. L. Moody)
sábado, 1 de janeiro de 2011
Em 2011 vista-se de humanidade

Neste ano de 2011 deixe este sentimento de autocomiseração para trás, em vez de se sentir impotente e culpado, faça as pazes com a sua alma. As exigências do mundo social nos colocam fardos muito pesados, não falo de igreja, nem de denominação, nem de religião, vista-se de humanidade, você é simplesmente um ser humano, eu costumo sempre me examinar e vejo, que ainda sou um calouro desafinado da vida, que continuo em falta com a divindade, falta com minha família, falta comigo mesmo, me sinto um constrangimento religioso, às vezes piso na bola poucos metros do gol. Mais nem por isso me deixei abater pelos meus erros e fraquezas, digo a você caro amigo(a) , o passado passou, você está em um novo ano.
Pergunto: “quem estabeleceu uma régua para eu me medir? Ou para você se medir?” Quem me outorgou o mandato de controlar as variáveis incontroláveis do universo? Qual o sentido deixar que a culpa me atole na lama da autocomiseração?
O peso dos nossos erros nos faz pessoas mais maduras e reflexivas, tenho aprendido a viver com o fracasso, impotência e culpa. Aprenda também a ver a vida como um pensador, ou como um observador, mais nunca como um alienado. Se disponha assim como eu a ser mais humano e verdadeiro consigo mesmo, sabendo que podemos ser pessoas melhores, neste ano de 2011, rasgue o personagem que aparece no palco, nos picadeiros ou nos altares da religião, e volte a ser você, vamos tirar nossas máscaras e sermos apenas o Cleiton, o Jõao, a Maria, o Joaquim.
Você não precisa se multiplicar em 10(DEZ) para ser precioso, você sendo você mesmo, autêntico, você já é muito importante. Não preciso manipular para experimentar liberdade. Não preciso ser perfeito para despistar o remorso. Levanto a cabeça. Sei que o meu valor não depende de alcançar a perfeição. Pisoteio o fracasso, desdenho a impotência e faço da culpa uma aliada para recriar o futuro.
Um Feliz ano novo a todos, e que o Senhor Jesus Cristo derrame da sua graça da qual eu sou apaixonado todos os dias!!!!!
Cleiton Pinho – IBVB-SEDE
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Tudo isso é... Saber viver!!!

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.
Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.
Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.
Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.
Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.
Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.
Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.
Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.
Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!
(Charles Chaplin)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
NADA ALÉM DA VIDA

Quando certo dia Jesus curou uma mulher em um sábado, os fariseus tiveram uma terrível reação, e ouviram a seguinte repreensão: "Qual de vós tendo um jumento, e se este cai numa cova num sábado, não se apressa em tirá-lo"?
Veio a conclusão lapidar: "O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado"!
Nietszche dizia que: "O medo, é o pai da moral" - isto é - os religiosos sempre deram um jeito de manipular as pessoas (se brincar até manipulam Deus?!) por meio da religião, utilizada como instrumento de controle e repressão.
Longe de nós menosprezar o valor - ainda que meramente terapêutico - de uma verdadeira religiosidade, quando lúcida, consciente, equilibrada, bem exercitada. Mas quando utilizada como mera "muleta psicológica" - ao estilo de Elias em momento de crise refugiando-se na caverna do monte sagrado -, quebra a força do ser humano e castra seus sonhos que devem ser calcados na realidade desta vida, levando-o a transferi-los para o além!
Nenhuma religião ou filosofia pode ser um fim em si mesmo, mas, somente um meio - ao lado de muitos outros - para levar o ser humano a uma vida mais completa.
Gosto de uma frase de Caetano Veloso em uma música, quando diz que, "A coisa mais certa de todas as coisas, não vale um caminho sob o sol"!
E o que isso pode significar senão que o bem supremo é a vida?
Por que dar relevo a tanta negativização quando se fala do Evangelho - que nada mais é que uma "Boa Noticia"? Quantos dentro de Igrejas, "vivendo uma verdade que não é a sua", mutilando-se em seus sentimentos?
Enquanto o verdadeiro objetivo da mensagem do Cristo, (atente bem, não estou referindo-me ao Cristianismo), mas à Mensagem do Cristo, tem como propósito a libertação total e completa do ser humano, a religião manipulada, não faz outra coisa, senão apertar o nó da escravidão, multiplicando regras e deveres que ao invés de cumprir desígnios libertadores, oprime e castra o ser humano.
Afirmo sem medo: Não é, e nunca foi o objetivo de Jesus, enfraquecer e produzir uma mentalidade doentia em seus seguidores!
O problema foi: os que vieram após ele, se apoderaram de sua Mensagem (?) e a utilizaram (e utilizam) como instrumento de servidão, ao invés de ferramenta libertadora.
Muitos estão hoje fora das Igrejas, justamente por não poder vivenciar uma "suposta espiritualidade", sendo taxadas cruelmente de " desviadas" , quando na verdade, não se insurgiram contra Deus, mas contra as "regras do clube religioso" ao qual pertenciam...
Infelizmente, a idéia que muitos "igrejeiros" passam para as pessoas lá fora, é de ressentimento contra a vida, quando a atitude esperada, é que estejamos a celebrá-la!
A vida é o supremo bem, e qualquer religião ou filosofia que aliene o ser humano da liberdade (e esse é um excelente critério) sufocando sua espontaneidade, privando-lhe de espaço para viver sua vida com Deus, - sem a tutela de religiosos que pretendam se interpor entre a criatura e o seu Criador - não resiste à avaliação de uma genuína verdade libertadora!
Jesus por diversas vezes identificou-se, apresentando-se como " Pão Vivo", " Água-Viva", " Ressurreição e Vida", mas parece que muitos que dizem relacionar-se com ele, estão mais ligados à elementos de anti-vida, que àquela vida abundante prometida aos que o seguissem.
E essa negação da vida, lança o ser humano em uma espécie de contra-mão da realidade existencial, gerando psicoses, neuroses e constantes crises consigo mesmo: e sabem porque? Fomos criados para a vida em plenitude, para ver o mundo como um grande sacramento, e enquanto não mergulharmos em toda a potencialidade para ser felizes, viveremos em pobreza, renuncia forçada, aquém daquela grande finalidade proposta.
A vida! Ela deve ser reverenciada, priorizada, estimulada, desfrutada a cada instante.
Se sua estrutura religiosa, seu sistema de crenças, sufoca e gera infelicidade, isso é qualquer coisa, menos "O jugo suave e o fardo leve de Jesus".
Rejeite toda forma opressiva de doutrinação, e diga SIM à vida!
Um abraço,
Texto do meu Pastor Darckson Lira.
Fonte: http://www.igrejavaledebencao.com.br/index.html
sábado, 4 de dezembro de 2010
A EXCELÊNCIA DO AMOR
Existem momentos em que gostaríamos muito de ajudar quem amamos muito, mas não podemos fazer nada. Ou as circunstâncias não permitem que nos aproximemos, ou a pessoa está fechada para qualquer gesto de solidariedade e apoio. Então, resta-nos apenas o amor.
Nos momentos em que tudo é inútil, ainda podemos amar - sem esperar recompensas, mudanças, agradecimentos. Se conseguirmos agir desta maneira, a energia do amor começa a transformar o universo à nossa volta. Quando esta energia aparece, consegue sempre realizar o seu trabalho. O amor transforma, o amor cura. Que sentimento complexo é este? Seria uma irresponsabilidade tentar defini-lo, porque, como todo o resto dos seres humanos, eu apenas consigo senti-lo.
Milhares de livros são escritos, peças teatrais encenadas, filmes produzidos, poesias criadas, esculturas talhadas na madeira ou no mármore, e mesmo assim, tudo que o artista pode passar é a ideia de um sentimento - não o sentimento em si. Mas eu aprendi que este sentimento está presente nas pequenas coisas, e se manifesta na mais insignificante das atitudes que tomamos, portanto é preciso ter o amor sempre em mente, quando agimos ou quando deixamos de agir.
Pegar o telefone e dizer a palavra de carinho que adiamos. Abrir a porta e deixar entrar quem precisa de nossa ajuda. Tomar a decisão que estávamos deixando para depois. Pedir perdão por um erro que cometemos e que não nos deixa em paz. Pôr a música bem alta quando a pessoa amada estiver longe, baixar o volume quando ela estiver perto. Saber dizer "sim" e "não", porque o amor lida com todas as energias do homem. Descobrir um desporto que possa ser praticado a dois. Não seguir nenhuma receita, nem mesmo as que estão neste parágrafo - porque o amor precisa de criatividade. E quando nada disso for possível, quando o que resta é apenas a solidão, vou lhe contar uma pequena história. Certa vez: "Uma rosa sonhava dia e noite com a companhia das abelhas, mas nenhuma vinha pousar em suas pétalas. A flor, entretanto, continuava a sonhar: durante suas longas noites, imaginava um céu onde voavam muitas abelhas, que vinham carinhosamente beijá-la. Desta maneira, conseguia resistir até ao dia seguinte, quando tornava a abrir-se com a luz do sol. Certa noite, conhecendo a solidão da rosa, a lua perguntou:- Você não está cansada de esperar?- Talvez. Mas preciso continuar lutando.- Porquê?- Porque, se eu não me abrir, eu murcho."
"Nos momentos onde a solidão parece esmagar toda a beleza, a única maneira de resistir é continuarmos abertos."
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Calem a boca, nordestinos!

A eleição de Dilma Rousseff trouxe à tona, entre muitas outras coisas, o que há de pior no Brasil em relação aos preconceitos. Sejam eles religiosos, partidários, regionais, foram lançados à luz de maneira violenta, sádica e contraditória.
Já escrevi sobre os preconceitos religiosos em outros textos e a cada dia me envergonho mais do povo que se diz evangélico (do qual faço parte) e dos pilantras profissionais de púlpito, como Silas Malafaia, Renê Terra Nova e outros, que se venderam de forma absurda aos seus candidatos. E que fique bem claro: não os cito por terem apoiado o Serra... outros pastores se venderam vergonhosamente para apoiarem a candidata petista. A luta pelo poder ainda é a maior no meio do baixo-evangelicismo brasileiro.
Mas o que me motivou a escrever este texto foi a celeuma causada na internet, que extrapolou a rede mundial de computadores, pelas declarações da paulista, estudante de Direito, Mayara Petruso, alavancada por uma declaração no twitter: "Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!".
Infelizmente, Mayara não foi a única. Vários outros “brasileiros” também passaram a agredir os nordestinos, revoltados com o resultado final das eleições, que elegeu a primeira mulher presidentE ou presidentA (sim, fui corrigido por muitos e convencido pelos "amigos" Houaiss e Aurélio) do nosso país.
E fiquei a pensar nas verdades ditas por estes jovens, tão emocionados em suas declarações contra os nordestinos. Eles têm razão!
Os nordestinos devem ficar quietos! Cale a boca, povo do Nordeste!
Que coisas boas vocês têm pra oferecer ao resto do país?
Ou vocês pensam que são os bons só porque deram à literatura brasileira nomes como o do alagoano Graciliano Ramos, dos paraibanos José Lins do Rego e Ariano Suassuna, dos pernambucanos João Cabral de Melo Neto e Manuel Bandeira, ou então dos cearenses José de Alencar e a maravilhosa Rachel de Queiroz?
Só porque o Maranhão nos deu Gonçalves Dias, Aluisio Azevedo, Arthur Azevedo, Ferreira Gullar, José Louzeiro e Josué Montello, e o Ceará nos presenteou com José de Alencar e Patativa do Assaré e a Bahia em seus encantos nos deu como herança Jorge Amado, vocês pensam que podem tudo?
Isso sem falar no humor brasileiro, de quem sugamos de vocês os talentos do genial Chico Anysio, do eterno trapalhão Renato Aragão, de Tom Cavalcante e até mesmo do palhaço Tiririca, que foi eleito o deputado federal mais votado pelos... pasmem... PAULISTAS!!!
E já que está na moda o cinema brasileiro, ainda poderia falar de atores como os cearenses José Wilker, Luiza Tomé, Milton Moraes e Emiliano Queiróz, o inesquecível Dirceu Borboleta, ou ainda do paraibano José Dumont ou de Marco Nanini, pernambucano.
Ah! E ainda os baianos Lázaro Ramos e Wagner Moura, que será eternizado pelo “carioca” Capitão Nascimento, de Tropa de Elite, 1 e 2.
Música? Não, vocês nordestinos não poderiam ter coisa boa a nos oferecer, povo analfabeto e sem cultura...
Ou pensam que teremos que aceitar vocês por causa da aterradora simplicidade e majestade de Luiz Gonzaga, o rei do baião? Ou das lindas canções de Nando Cordel e dos seus conterrâneos pernambucanos Alceu Valença, Dominguinhos, Geraldo Azevedo e Lenine? Isso sem falar nos paraibanos Zé e Elba Ramalho e do cearense Fagner...
E Não poderia deixar de lembrar também da genial família Caymmi e suas melofias doces e baianas a embalar dias e noites repletas de poesia...
Ah! Nordestinos...
Além de tudo isso, vocês ainda resistiram à escravatura? E foi daí que nasceu o mais famoso quilombo, símbolo da resistência dos negros á força opressora do branco que sabe o que é melhor para o nosso país? Por que vocês foram nos dar Zumbi dos Palmares? Só para marcar mais um ponto na sofrida e linda história do seu povo?
Um conselho, pobres nordestinos. Vocês deveriam aprender conosco, povo civilizado do sul e sudeste do Brasil. Nós, sim, temos coisas boas a lhes ensinar.
Por que não aprendem conosco os batidões do funk carioca? Deveriam aprender e ver as suas meninas dançarem até o chão, sendo carinhosamente chamadas de “cachorras”. Além disso, deveriam aprender também muito da poesia estética e musical de Tati Quebra-Barraco, Latino e Kelly Key. Sim, porque melhor que a asa branca bater asas e voar, é ter festa no apê e rolar bundalelê!
Por que não aprendem do pagode gostoso de Netinho de Paula? E ainda poderiam levar suas meninas para “um dia de princesa” (se não apanharem no caminho)! Ou então o rock melódico e poético de Supla! Vocês adorariam!!!
Mas se não quiserem, podemos pedir ao pessoal aqui do lado, do Mato Grosso do Sul, que lhes exporte o sertanejo universitário... coisa da melhor qualidade!
Ah! E sem falar numa coisa que vocês tem que aprender conosco, povo civilizado, branco e intelectualizado: explorar bem o trabalho infantil! Vocês não sabem, mas na verdade não está em jogo se é ou não trabalho infantil (isso pouco vale pra justiça), o que importa mesmo é o QUANTO esse trabalho infantil vai render. Ou vocês não perceberam ainda que suas crianças não podem trabalhar nas plantações, nas roças, etc. porque isso as afasta da escola e é um trabalho horroroso e sujo, mas na verdade, é porque ganha pouco. Bom mesmo é a menina deixar de estudar pra ser modelo e sustentar os pais, ou ser atriz mirim ou cantora e ter a sua vida totalmente modificada, mesmo que não tenha estrutura psicológica pra isso... mas o que importa mesmo é que vão encher o bolso e nunca precisarão de Bolsa-família, daí, é fácil criticar quem precisa!
Minha mensagem então é essa: - Calem a boca, nordestinos!
Calem a boca, porque vocês não precisam se rebaixar e tentar responder a tantos absurdos de gente que não entende o que é, mesmo sendo abandonado por tantos anos pelo próprio país, vocês tirarem tanta beleza e poesia das mãos calejadas e das peles ressecadas de sol a sol.
Calem a boca, e deixem quem não tem nada pra dizer jogar suas palavras ao vento. Não deixem que isso os tire de sua posição majestosa na construção desse povo maravilhoso, de tantas cores, sotaques, religiões e gentes.
Calem a boca, porque a história desse país responderá por si mesma a importância e a contribuição que vocês nos legaram, seja na literatura, na música, nas artes cênicas ou em quaisquer situações em que a força do seu povo falou mais alto e fez valer a máxima do escritor: “O sertanejo é, antes de tudo, um forte!”
Que o Deus de todos os povos, raças, tribos e nações, os abençoe, queridos irmãos nordestinos!
Teto de:
José Barbosa Junior (Via Crer é Pensar)
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