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terça-feira, 30 de março de 2010

Lições da Formiga


Podemos aprender bastante observando os hábitos de trabalho das formiguinhas!
O livro de Provérbios oferece o seguinte conselho sobre a importância do trabalho esforçado:
Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio. Não tendo ela chefe, nem oficial, nem comandante, no estio, prepara seu pão, na sega, ajunta o seu mantimento. Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantará do teu sono? Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso, assim sobrevirá tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado (Provérbios 6:6-11).
O escritor destas palavras de sabedoria olhava para uma das menores e mais humildes criaturas para aprender o valor do trabalho. A formiga passa as curtas semanas de sua vida trabalhando diligentemente e sem queixa. Diferente de algumas pessoas que só trabalham quando são forçadas, a formiga continua sua tarefa mesmo quando ninguém está observando. Diferente daqueles que preferem dormir do que trabalhar, a formiga está continuamente ativa. Ela não se queixa de que a tarefa seja muito dura ou que o pagamento seja muito baixo. Ela trabalha porque este é seu papel na vida, determinado pelo Criador.
Desde o princípio, nosso Criador teve intenção de que trabalhássemos (Gênesis 2:15). Entretanto, muitas pessoas têm negligenciado esta obrigação. Qual é o resultado da indolência humana? Pobreza e carência (Provérbios 6:11). Conquanto haja tempos em que as pessoas boas e trabalhadoras sofrem necessidade (veja Filipenses 4:10:13; Atos 11:27-30), muito da pobreza e do sofrimento neste mundo é o resultado da preguiça.
Homens que respeitam a vontade de Deus trabalham para sustentar suas famílias (1 Ti-móteo 5:8) e até mesmo para ajudar outros que estejam necessitados (Efésios 4:28). Aqueles que se recusam a trabalhar merecem passar fome (2 Tessalonicenses 3:10). Os cristãos têm que separar-se dos irmãos preguiçosos (2 Tessalonicenses 3:6, 14).
Quando trabalharmos, deveremos estar certos de que nosso motivo é agradar a Deus (Efésios 6:5-8) e não é acumular riquezas, para satisfazer nossos próprios desejos egoístas (Provérbios 23:1-5; 1 Timóteo 6:8-10).
Todos nós podemos aprender bastante observando os hábitos de trabalho das formiguinhas!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Aprendendo a ser Amado


Aprendendo a ser Amado


O amor de Deus não depende do nosso. A abundância do seu amor não aumenta o dele.

A falta do seu amor não diminui o Dele. Sua bondade não aumenta seu amor sem sua fraqueza o dilui. O que Moisés disse a Israel é o que Deus nos diz:

"Não vos teve o SENHOR afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos de que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o SENHOR vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito". Dt 7:7-8

Deus te ama simplesmente porque escolheu fazer assim.

Ele te ama quando você não se sente amável.

Ele te ama quando ninguém mais te ama. Os outros podem te abandonar, divorciar de você e te ignorar, mas Deus sempre te amará. Sempre. Não importa o que aconteça.

Este é o seu sentimento: "Chamarei povo meu ao que não era meu povo; e amada, à que não era amada (Rom. 9:25).

Esta é a sua promessa: "Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí (Jer. 31:3).

Nosso amor depende do nosso receptor de amor. Passem mil pessoas à nossa frente e não sentiremos o mesmo sobre cada uma. Nosso amor será regulado pela aparência, pela personalidade delas. Mesmo quando encontramos pessoas das quais gostamos, nossos sentimentos podem flutuar.

A maneira como elas nos tratam afetará a maneira como as amamos. O receptor regula o nosso amor.

Não é assim com o amor de Deus. Não temos um impacto termostático no seu amor por nós.

O amor de Deus nasce de dentro dele, não do que ele encontra em nós. Seu amor é incondicional e espontâneo. Como disse Charles Wesley, "Ele nos amou. Ele nos amou. Porque ele amaria".

Ele nos amaria por causa da nossa bondade? Por causa da nossa gentileza? Por causa da nossa grande fé? Não, ele nos ama por causa da sua bondade, gentileza e grande fidelidade. João diz isso assim: "Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou o seu Filho como propiciação pelos nossos pecados (I João 4:10)

Sabe o que mais isso significa? Você tem um farto aguador de amor de onde se abastecer. Quando você achar difícil amar, então você precisa beber. Beba profundamente! Beba diariamente!

Não se esqueça, o amor é um fruto. Entre no pomar de Deus, e o qual é o primeiro fruto que você vê? "Amor, alegria, paz, longanimidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio" (Gl 5:22).

O amor é um fruto. Um fruto de quem? Do seu trabalho duro? De sua profunda fé? De sua rigorosa resolução? Não. Um fruto do Espírito de Deus. "O Espírito produz o fruto" (Gl 5:22)

E isto é tão importante, você é um ramo da videira de Deus. "Eu sou a videira, vós os ramos" (Jo 15:5). Precisa de um cursinho rápido sobre como as vinhas funcionam? Qual é o papel do ramo no dar fruto? Ramos não produzem um monte de energia. Você nunca ouviu falar de jardineiros tratando ramos por causa de exaustão. Ramos não freqüentam clínicas de tratamento de estresse. Nem resmungam nem grunhem: "Eu preciso colocar essa uva para fora. Eu preciso colocar essa uva para fora. Eu vou gerar esta uva se ela me matar!" Não, o ramo não faz nada disso. O ramo tem um trabalho: receber o nutrimento da videira. E você tem um trabalho: receber o nutrimento de Jesus. "Eu sou a videira, vós os ramos..." (João 15:5).

Nosso Senhor não exige qualquer questionamento de nós nesta última linha, não é? Nós temos aprendido do jeito mais difícil que separados dele não conseguimos produzir nada. Você não acha que é tempo de aprendermos o que acontece se permanecermos ligados?

Seu trabalho é dar fruto. O nosso trabalho é estar a postos. Quanto mais firmemente estivermos ligados a Jesus, mais puramente seu amor pode passar através de nós. E ah! Que amor é este! Paciente. Gentil. Não inveja. Não se exaspera. Não é orgulhoso.

Vamos reler I Coríntios 13:4-8 mais uma vez. Não com o seu nome ou com o nome de Jesus mas com ambos. Leia em voz alta com o seu nome no espaço em branco e veja o que você acha.

Cristo em _____ é paciente, Cristo em _____ é bondoso. Cristo em _____ não inveja, Cristo em _____ não se , Cristo em _____ não é orgulhoso. Cristo em _____ não é rude, Cristo em _____ não procura os seus interesses, Cristo em _____ não se irrita facilmente, Cristo em _____ não guarda registros das coisas erradas. Cristo em _____ não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade. Cristo em _____ sempre protege, sempre persevera. Cristo em _____ nunca falha.

Alguma vez amaremos assim? Alguma vez amaremos perfeitamente? Não. Este lado do céu só Deus fará. Mas nós amaremos melhor do que temos amado. Por sermos amados, nós amaremos.
JESUS TE AMA!
(DC CLEITON PINHO IBVB-FORTALEZA CE)

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

2009 passou . . . e 2010 . . .


2009 passou, e 2010 . . .

Mais um ano se passou rapidamente e seus 365 dias chegam ao fim. começamos a partir de agora a projetar planos e projetos para o ano novo, e aguardamos com expectativa e até certa ansiedade o início de 2010. Todo o começo de ano milhares de pessoas ao redor do mundo fazem planos para o futuro. Ninguém em perfeita razão planeja o fracasso e a derrota, todos desejam sinceramente "se dar bem" durante o novo ano. A mesma história repete-se a cada festa de Ano Novo. As pessoas comem, bebem, se divertem, passam a noite em claro e acordam no outro dia com uma enorme dor de cabeça, ou com problemas digestivos, por causa de sua "grande alegria" de poderem estar vivas na virada de mais um Ano Novo. Todavia, como cristãos, devemos ter uma escala de valores na ordem correta. Jesus nos ensinou que devemos buscar "em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas as demais coisas (materiais) nos serão acrescentadas, pois Deus sabe que precisamos de todas elas". (Mateus 6:32,33). Devemos iniciar o novo ano demonstrando interesse nas coisas celestiais, interesse em buscar a Deus, Seu perdão, Seu amor e Sua vontade. Que bom seria se cada família cristã na face da Terra fizesse, na virada de ano, um culto de louvor, gratidão e adoração a Jesus, dedicando as primeiras horas do Ano Novo ao Senhor Deus, buscando dEle perdão, forças, direção e sabedoria para a realização dos alvos, planos e projetos estabelecidos para os próximos 365 dias. Nesta época do ano é comum ver cartazes nas lojas dizendo: "fechado para balanço". O término de cada ano é um mometo excelente para se fazer um balanço geral da nossa vida. É o momento ideal para a reflexão e auto-avaliação; talvez por isso milhares tentam se esconder no meio da multidão, ou ainda abafar suas consciências perturbadas, com bebidas alcoólicas. Talvez as pessoas não gostem de "fechar para balanço" por causa da culpa e do peso de seus erros e fracassos, ou por causa do tempo perdido. Todavia, o fato é que Deus não está interessado em nosso passado, por mais obscuro que tenha sido. Para Deus não importa o quanto fracassamos. Deus está interessado em nós, em nossa vida agora, como está escrito: " Assim, pois, diz o Espírito Santo: Hoje se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações...animem-se mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado". (Hebreus 3:7,13). Não devemos ficar os próximos 365 dias de 2010 lamentando nossos fracassos e erros cometidos em 2009. Deus deseja que confessemos nossos erros e olhemos para Jesus e não para o passado. O perdão de Deus através do sangue de Jesus é suficientemente poderoso para apagar nossas derrotas e nos dar a vitória, por isso devemos dizer com o apóstolo Paulo: "...uma coisa eu faço: esqueço aquilo que fica para trás e avanço para o que está na minha frente. Corro direto para a meta a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus". (colossenses 3:13,14 - BLH). Imagine que ao começar 2010 você recebesse de Jesus uma agenda de presente; e Jesus escrevesse a seguinte dedicatória: "Filho, filha, você está recebendo mais um ano com 365 dias, você é livre para escrever o que desejar em cada uma dessas 365 páginas em branco. O que você deixar registrado fará parte da história da sua vida, sua autobiografia. Porém, Eu gostaria muito de estar presente em cada página como Seu melhor amigo, Salvador e Senhor, porque te amo tanto que morri e ressuscitei por você. Gostaria muito que você começasse 2010 escrevendo uma história de amizade e cumplicidade comigo. Por favor, neste novo ano que inicia, não esqueça de Mim; Seu melhor amigo, o Salvador e Senhor. Assinado: Jesus Cristo!".
(Dc. Cleiton Pinho IBVB-FORTALEZA-CE)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Deus se preocupa com nossas amizades? Pense nisso...


Deus se preocupa com nossas amizades? Pense nisso...
Deus se preocupa com nossas amizades. Assim como pais que verdadeiramente amam seus filhos procuram saber com quem eles se relacionam, o Pai celestial, que nos ama com amor sem igual, também preocupa-se com os nossos relacionamentos. Isso pode ser visto claramente em sua carta magna à humanidade: a Bíblia Sagrada.

Tanto no Antigo quanto no Novo Testamentos, vemos Deus alertando-nos quanto a amizades perigosas. Vejamos dois exemplos. No livro de Amós, Deus usa o profeta para falar a seu povo, dizendo: Andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?, Am 3.3. Trata-se de uma pergunta retórica, cuja resposta esperada é não. Em outras palavras, o que está sendo dito aqui é que duas pessoas só podem ser amigas se houver consentimento das duas partes.

Interessante que, nesse texto de Amós, Deus fala sobre a intimidade exclusiva entre Ele e seu povo (Am 3.2) que estava sendo quebrada pelos vícios e maldades de Israel, frutos da influência dos povos vizinhos. O resultado disso seria terrível (Am 3 a 8). Ou seja, Deus está dizendo que Israel já não andava com Ele, preferindo amizades erradas com resultados terríveis. Isso ainda acontece hoje.

Toda vez que preferimos amizades erradas em vez da vontade de Deus, que é o nosso maior amigo, os resultados são igualmente terríveis. O pior de tudo é que, mesmo não faltando aviso, há quem goste de brincar com o perigo. O apóstolo Paulo falou a essas pessoas ao escrever sua primeira carta aos crentes em Corinto.

Em 1 Coríntios 15.33-34a, Paulo alerta: Não vos enganeis: As más conversações corrompem os bons costumes. Vigia justamente e não pequeis. Ouviu? Não vos enganeis! Não seja daqueles que dizem Não tem nada demais. Você é que pensa. Amizade é coisa séria. Tão importante quanto ser sociável é saber com quem estamos nos associando, porque isso definirá nosso sucesso ou decadência.

As alianças que fazemos aqui na Terra afetam nossa história de vida. Elas podem levantar ou destruir você. O que você prefere? Antes de levarmos o assunto adiante, é importante deixar claro: O Evangelho não nos afasta das pessoas, mas do pecado. A Bíblia é clara ao dizer que quanto mais longe do próximo, mas longe de Deus estaremos (Mt 22.34-40 e Hb 13.12-16).

O cristianismo não nos afasta das pessoas, apenas nos diz que devemos influenciar o mundo ao invés de sermos influenciados pelo mundo. Jesus foi criticado pelos fariseus porque dialogava com pecadores. No entanto, nunca Ele compactuou com o pecado e sempre as pessoas que com Ele se envolviam eram de alguma forma influenciadas.Dito isso, quais são os critérios bíblicos para fugirmos de amizades perigosas? São pelo menos três.

Em primeiro lugar, qualquer relacionamento que provoque distúrbios deve ser evitado a todo custo. São seis os distúrbios de socialização segundo a Psicologia: a formação de bandos ou gangue, perversão sexual, dependência física ou psicológica de psicotrópicos, esquizofrenias, solidão e psicose maníaco-depressiva.

Em segundo lugar, devo procurar amizades que não desagradem a Deus, pois não posso compactuar com alguém que não é amigo de Deus (Am 3.3). Quer aceitemos ou não, nossos amigos influenciam o nosso caráter também. É só ler o caso de Roboão em 2 Crônicas 10.3-14. Sigamos o exemplo de Jesus. Os amigos mesmo Dele eram servos de Deus. Jesus disse a seus discípulos que seus amigos de verdade eram os que faziam a vontade do Pai (Jo 14.24; 15.15). O círculo de amizades de Jesus deve ser o nosso também.

O terceiro critério está nos conselhos de Salmos 1.1,2:

1) Não siga os conselhos dos ímpios. Quanto ao que não podemos aceitar em um diálogo, ver Efésios 5.3-4.
2) Não faça o que eles fazem.
3) Evite a programação deles.
4) Alimente-se da Palavra (Sl 119.9,11).

Seguindo isso, você nunca vai entristecer o Amigo e Senhor Jesus.
Pense nisso...
(Cleiton Pinho IBVB-FORTALEZA-CE)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

PASTORES E LOBOS


Pastores e lobos têm algo em comum: ambos se interessam pelas vidas das ovelhas, e vivem perto delas. Assim, muitas vezes, pastores e lobos nos deixam confusos para saber quem é quem. Isso porque lobos desenvolveram uma astuta técnica de se disfarçar em ovelhas interessadas no cuidado de outras ovelhas. Parecem ovelhas, mas são lobos.

No entanto, não é difícil distinguir entre pastores e lobos. Urge a cada um de nós exercitar o discernimento para descobrir quem é quem.
Pastores buscam o bem de suas ovelhas; lobos buscam os bens das ovelhas.
Pastores gostam de convívio; lobos gostam de reuniões.
Pastores vivem a sombra da cruz; lobos vivem a sombra de holofotes.
Pastores choram pelas suas ovelhas; lobos fazem suas ovelhas chorar.
Pastores tem autoridade espiritual; lobos são autoritários e dominadores.
Pastores tem esposas; lobos tem co-adjuvantes.
Pastores tem fraquezas; lobos são poderosos.
Pastores olham nos olhos; lobos contam cabeças .
Pastores apaziguam as ovelhas; lobos intrigam as ovelhas.
Pastores tem senso de humor; lobos se levam a sério.
Pastores são ensináveis; lobos são donos da verdade .
Pastores tem amigos; lobos tem admiradores
Pastores se extasiam com mistério; lobos aplicam técnicas religiosas.
Pastores vivem o que pregam; lobos pregam o que não vivem.
Pastores vivem de salários; lobos enriquecem.
Pastores ensinam com a vida; lobos pretendem ensinar com discursos.
Pastores sabem orar no secreto; lobos só oram em público .
Pastores vivem para suas ovelhas; lobos se abastecem das ovelhas.
Pastores são pessoas humanas; lobos são personagens religiosos caricatos.
Pastores vão para o púlpito; lobos vão para o palco.
Pastores são apascentadores; lobos são marqueteiros.
Pastores são servos humildes; lobos são chefes orgulhosos.
Pastores se interessam pelo crescimento das ovelhas; lobos se interessam pelo crescimento das ofertas.
Pastores apontam para Cristo; lobos apontam para si mesmos e para a instituição.
Pastores são usados por Deus; lobos usam as ovelhas em nome de Deus.
Pastores falam da vida cotidiana; lobos discutem o sexo dos anjos.
Pastores se deixam conhecer; lobos se distanciam e ninguém chega perto.
Pastores sujam os pés nas estradas; lobos vivem em palácios e templos.
Pastores alimentam as ovelhas; lobos se alimentam das ovelhas .
Pastores buscam a discrição; lobos se autopromovem.
Pastores conhecem, vivem e pregam a graça; lobos vivem sem a lei e pregam a lei.
Pastores usam as escrituras como texto; lobos usam as escrituras como pretexto.
Pastores se comprometem com o projeto do reino; lobos têm projetos pessoais.
Pastores vivem uma fé encarnada; lobos vivem uma fé espiritualizada.
Pastores ajudam as ovelhas a se tornarem adultas; lobos perpetuam a infantilização das ovelhas .
Pastores lidam com a complexidade da vida sem respostas prontas; lobos lidam com técnicas pragmáticas com jargão religioso .
Pastores confessam seus pecados; lobos expõem o pecado dos outros.
Pastores pregam o Evangelho; lobos fazem propaganda do Evangelho.
Pastores são simples e comuns; lobos são vaidosos e especiais .
Pastores tem dons e talentos; lobos tem cargos e títulos .
Pastores são transparentes; lobos tem agendas secretas .
Pastores dirigem igrejas-comunidades; lobos dirigem igrejas-empresas .
Pastores pastoreiam as ovelhas; lobos seduzem as ovelhas.
Pastores trabalham em equipe; lobos são prima-donas .
Pastores ajudam as ovelhas a seguir livremente a Cristo; lobos geram ovelhas dependentes e seguidoras deles .
Pastores constroem vínculos de interdependência; lobos aprisionam em vínculos de co-dependência.

Os lobos estão entre nós e é oportuno lembrar-los do aviso de Jesus Cristo " Guardai-vos dos falsos profetas, que vêem a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores" (Mateus 7:15)
(CRÉDITOS A Osmar Ludovico)

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O CHAMADO DOS LEVITAS


Texto (Nm. 3:11-12)

Quando o Senhor Deus tirou Israel do Egito e fez uma aliança com este povo ele lhes disse: “Vós sereis para mim reino sacerdotal e nação santa”.
E a condição para isto é que eles guardassem a sua palavra. Deus queria que todo israelita fosse um sacerdote e que a prioridade para sua vida fosse de prestar um culto agradável a Deus, deveria eles trazer a presença de Deus para o meio do povo e , pela sua intercessão levar os homens a Deus.
Assim todo verdadeiro sacerdote deve ser:o ponto de encontro entre Deus e os homens.
Na medida que a sua adoração é agradável a Deus,a presença dele se manifesta no meio dos homens e pela sua intercessão a segunda prioridade de um sacerdote é levar os homens à presença de Deus.
Mas o povo de Israel não preencheu as condições para um reino de sacerdotes, pois desobedecia a Deus continuamente devido a sua natureza rebelde e seu coração de pedra. Então o Senhor Deus separou para si a tribo de Levi e especialmente a casa de Arão, para fornecer os trabalhadores que se dedicariam especialmente à tarefa permanente de prestar culto a Ele. (Ex.28:1, 38:21 e Nm.1:47-54).


OS LEVITAS

•Os levitas descendiam de Levi que era o terceiro filho de Jacó com sua esposa Lia.
•O nome dos levitas como o de Levi dá a idéia de unir ou aderir.
•Os levitas junto com Arão que também era um levita,foram levantados por Deus para administração do tabernáculo (Nm.18:6 e Ex.38:21).
•Competia a eles transportar o tabernáculo e seus utensílios, sempre que se mudava o acampamento,e quando se estabelecia um novo local, eram eles que outra vez o levantavam e assistiam os sacerdotes nas suas várias funções (Nm.1:50-53 , 3:6-9 , 3:25-37 , 4:1-33 , I Sm.6:15 e II Sm.15:24).
•Eles exerciam seu ministério em duas direções, em alguns aspectos representavam o povo diante de Deus (na cerimônia das ofertas) em outras eram representantes do Senhor diante do povo (ensinavam sobre as restrições para preservação da santidade ao redor do tabernáculo). Ambas dimensões do trabalho dos levitas estavam relacionadas com a função de promover a santidade do povo.
•Eles tinham de cumprir as implicações da determinação de Deus de que o povo deveria ser santo como Ele é santo (Lv.11:44-45).
Também tinham de cumprir elevadas exigências de perfeição pessoal (Lv.21:18-23).
Precisavam guardar a presença santa mediante a manutenção dos leigos afastados (Nm.1:53 , 3:10).
•Suas funções eram um paradigma para as pessoas comuns imitar.
•Eles eram também encarregados do ensino (Dt.32:10 , Ml.2:5-7 e Ne.8:7-9).

E tudo isso com um objetivo: “que Israel fosse uma nação distinta e separada,ou seja, santa como povo de Deus não só na vida religiosa mas em todos os aspectos e condutas”.

AMADURECENDO COMO LEVITAS

OSÉIAS 6:1-3
Vinde e tornemo-nos para o Senhor,porque ele nos despedaçou e nos sarará; fez a ferida e a ligará. Depois de dois dias,os revigorará; ao terceiro dia, nos levantará e viveremos diante dele. Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor;como a alva, a sua vida é certa; e ele descerá sobre nós como a chuva serôdia que rega a terra.

A palavra do Senhor é sempre muito clara. Ele, em todo tempo nos orienta a busca-lo mais, conhece-lo mais e crescermos espiritualmente. O apóstolo Paulo nos fala de deixarmos de ser meninos e crescermos em maturidade. I Co.13:11.

Na igreja podemos ver que o tempo vai passando e muitos não vão amadurecendo. Continuam com as coisas de menino, continuam com valores, desejos, pensamentos infantis quanto às questões espirituais.

Quero deixar algumas preciosas lições para nós neste texto.

1º Se o tempo vai passando, precisamos caminhar para frente em maturidade espiritual.

2º Se estamos crescendo, abandonando as coisas “de menino”, vamos nos aprofundando no relacionamento com o Pai.

3º Se estamos caminhando dentro da vontade do Senhor de crescimento para nós, vamos tomando mais responsabilidade com o reino.

No ministério de louvor, precisamos crescer sempre em algumas questões:

1.O QUE É SER LEVITA?
Levita é o servo. Levita é todo aquele que dispõe os talentos que Deus concedeu, para o trabalho do reino. A criança se preocupa apenas em tocar, em cantar, sobre tudo nos “grandes cultos”. Se vamos nos amadurecendo, irmão, vamos entendendo a seriedade de estar no altar para cultuarmos ao Senhor.

2.COMO ATUA O LEVITA NA IGREJA?
Ele foi dado por Deus como substituto dos primogênitos. De uma forma bem clara, quando nos colocamos diante da igreja para servir com os nossos dons, quando nos empreendemos na realização do culto ao Senhor, como levitas, estamos substituindo uma família. Alguém que está no templo mas não está adorando ao Senhor, alguém muito necessitado, alguém oprimido e bloqueado pelo inimigo. Enquanto servimos ao Senhor cantando ou tocando, estamos elevando a Ele um culto, Ele recebe por nós e por mais alguém. Isto é maravilhoso, mas é responsabilidade também. Eu preciso estar com a minha vida diante do Senhor de forma limpa e transparente.

Não posso ser “menino”, tenho que buscar seriamente crescer com o Senhor, crescer na palavra. Confira em Nm.3:12-45 e 8:16-18.

3.O QUE É O LOUVOR DA IGREJA?
O louvor ao Senhor é uma grande batalha.
Guerreamos contra nossa carne, para elevarmos a Ele um louvor em espírito.
Guerreamos contra nossa alma , para não buscarmos apenas o que nos agrada, nos emociona , ou nos interessa. Precisamos buscar o que o Espírito Santo deseja que ofertemos ao Senhor.
Guerreamos contra satanás e seus demônios , que não querem que adoremos ao Senhor. Eles trabalham intensamente para que as vidas não sejam tocadas pela unção do Espírito Santo.

NÃO ESTAMOS EM UMA APRESENTAÇÃO, UM SHOW. NÃO ESTAMOS REALIZANDO NOSSO HOBBY, NÃO ESTAMOS FAZENDO O QUE GOSTAMOS E SABEMOS . NO LOUVOR, ESTAMOS EM UMA GUERRA ESPIRITUAL INTENSA. ESTA GUERRA NÃO SE VENCE GRITANDO MUITO OU DECLARANDO ALGUMAS FRASES DE IMPACTO. ESTA GUERRA SE VENCE COM A VIDA 24 HORAS POR DIA NO ALTAR DO SENHOR.

ISTO NÃO É COISA PARA “MENINOS”, PARA CRIANÇAS ESPIRITUAIS, MAS PARA TODO AQUELE QUE DESEJA CRESCER EM DEUS.
(Dc Cleiton Pinho IGREJA BATISTA VALE DE BENÇÃO-FORTALEZA CE.)

terça-feira, 25 de agosto de 2009


"E o Azeite Parou" (II REIS 4.6)


A expressão acima está naquele episódio em que Eliseu multiplica o azeite da viúva. O texto diz que ela havia sido mulher de um dos discípulos dos profetas.
Como nós sabemos a situação das viúvas naquela época, bem mais do que em nosso dias era uma situação difícil. E aquela mulher se encontrava em uma situação de extrema penúria, de tal sorte que para pagar as dívidas teria que entregar os filhos como escravos.
A mulher ao ver Eliseu se aproximar faz a ele um relato de sua situação. O profeta pergunta então o que é que ainda restou a mulher. Ao que a mulher responde que lhe sobrara ainda um botija de azeite.
Eliseu, então, pede que a mulher vá e junte todas as vasilhas que conseguisse, inclusive, aquelas que os vizinhos pudessem emprestar. Depois entrasse em casa e fosse derramando o azeite e enchendo as vasilhas. Até que o momento em que já não havia mais vasilhas e o azeite parou.
Sabemos que na Bíblia, o azeite, o óleo, são símbolos do Espírito Santo, de unção e queremos fazer uma analogia do azeite da viúva que Eliseu multiplicou com o derramar do Espírito na vida da igreja e na vida dos crentes. Pois, o imperativo de Deus para o crente é: "enchei-vos do Espírito.
A primeira lição que nós encontramos é que o azeite seria derramado ilimitadamente. Nós não percebemos aqui no texto nenhuma limitação a quantos litros de azeite a viúva poderia dispor, o texto mostra que não havia limitação, não há uma quantia, uma porção estabelecida. Isto nos faz lembrar da afirmação de Jesus que se encontra no Evangelho de João capítulo 3, versículo 34, de que Deus não dá o seu Espírito por medida, com limitação.
Aprendemos, aqui, também, que o azeite seria multiplicado milagrosamente. Isto é pelo poder de Deus. Esta lição também é preciosa, porque nós pensamos que a técnica, a estratégia, o método, o momento, o local, podem produzir unção, derramamento do Espírito. Mas, isso é um milagre de Deus que o homem não pode manipular nem tampouco dominar.
Uma outra lição que nós podemos retirar desse episódio é que o azeite seria derramado misteriosamente. Era algo incompreensível à mente humana. Nem hoje, nem amanhã, nem nunca; pela ciência, o homem poderá explicar como é que se multiplica azeite, pães, peixes... Quando Jesus se encontrou com Nicodemos, ele disse que ação do Espírito Santo é um mistério. É somente pela fé que nós podemos aceitar a ação livre e soberana do Espírito Santo, nos enchendo a ponto de transbordar.
Mais uma lição que nós percebemos neste episódio é que o azeite era para todos os vasos. Quantos vasos existissem naquela casa, quantos vasos estivessem ali disponíveis, seriam cheios pelo azeite que se multiplicava ilimitadamente. Sabemos também pelas Escrituras, conforme está em Joel 2.28, que Deus derramaria o seu Espírito sobre todos. Promessa da qual Pedro se recorda no dia de Pentecostes. Assim, podemos ter a certeza de que o Espírito Santo é para todo crente. Para cada vaso, para cada servo de Deus.
Uma outro aspecto que nós destacamos daquele acontecimento para nosso ensino é que o azeite era para o vaso todo. Quando a mulher fosse enchendo os vasos, ela deveria enchê-los completamente. Ela não poderia, nem deveria perder aquela oportunidade que estava ao seu alcance de encher o vaso completamente. Podemos também dizer com base na Palavra de Deus que o Seu propósito é de nos encher completamente do Seu Espírito Santo. Deus não quer nos dar um pouco, nem uma parte. Ele quer nos dar a plenitude do seu Espírito.
Notemos ainda, que o azeite seria derramado à medida da disponibilidade dos vasos. Se a mulher tivesse vasos, que já estivessem com qualquer outra coisa, não seria possível enchê-los com o azeite. Da mesma maneira, enquanto nós não nos esvaziarmos não será possível Deus nos encher com o óleo do Seu Espírito. Para que Deus me encha é preciso que eu esteja vazio.
Finalmente, o azeite só parou quando todos os vasos estavam cheios. Da mesma maneira, o propósito de Deus, hoje, é de só parar de derramar do seu Espírito quando todos os vasos estiverem cheios. Muitas vezes nós ficamos a pensar que Deus resolveu privilegiar alguns dando a eles um enchimento, um transbordar do seu Espírito. Mas Deus quer fazer isso a cada um dos vasos que fazem a sua igreja.A palavra de Deus tem promessas maravilhosas para o povo de Deus, mas a maior delas é do poder que Deus coloca à disposição da sua igreja para realizar a tarefa que Ele nos deu. Às vezes, vejo a Igreja como o indivíduo, que prefere empurrar o carro a colocar combustível nele. E o Espírito Santo é o poder que move a Igreja a fim de realizar o seu ministério, sem Ele nos desgastamos desnecessariamente.
(Dc Cleiton Pinho - IGREJA BATISTA VALE DE BENÇÃO FORTALEZA-CE)