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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

P E N S A N D O . .

O único sofrimento de Deus ocorre quando duvidam Dele. O maior prazer de Deus é encontrar quem nele crê.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

NÃO SUPORTO RELIGIOSIDADE!!!


Anseio em permanecer como um ser comum, sou apenas o Cleiton, esposo da Cintia, e pai do Josafá e do Josué, nascido em Pentecoste-Ce, e não me iludo com simulações ou artes feitas em um altar, ou como se fosse uma apresentação em um palco. Não sou artista, nem ator, nem diretor, talvez seja um mero coadjuvante neste filme da vida, não me sinto apto a tanta santidade que vejo por aí, sei que não atingi o nível da divindade de alguns, que tem até argumentos convincentes, mais que prefiro ter os meus pés no chão, e ter minha consciência diante do Nazareno que sou falho e pecador, simplesmente um remido, porque Ele um dia resolveu estender a mão para me segurar. Os erros que já fiz me atemorizam, sinto um martírio dentro de mim e uma cobrança da minha alma, onde fico cabisbaixo, e entro no meu quarto e transformo as palavras do meu coração em lágrimas, que aos poucos sou acalmado com uma voz suave, que até hoje tem me sustentado e susurra no meu ouvido dizendo: “Estou aqui, sempre”, Oh meu amado leitor, esta voz vem de outra dimensão, onde nenhuma forma de liturgia, ou religiosidade pode falar ao homem. Diante da presença do nazareno admito minhas fraquezas e minhas culpas, o sentimento de penitencia vai embora, a melancolia desaparece, e o que permanece é uma voz ecoando nitidamente: “Nunca se venda, nunca deixe ser manipulado, não simule, não seja leviano, apenas me ame, me ame, me ame.” Ah meu irmão, levanto a cabeça e vejo o poder regenerador do nazareno, e não há palavras para explicar a sensação de estar, não no átrio, nem no pátio, mais dentro do SANTO DOS SANTOS...

(Pr Cleiton Pinho)

Graça e paz a todos!

sábado, 5 de novembro de 2011

UM POUCO DE MIM...

Em um mundo de tantos príncipes, ouço um convite do Mestre para ficar só. Quero distanciar-me um pouco do frenesi das idéias, dos planejamentos e reuniões intermináveis da religião, que não chegam a nenhum objetivo, palavras, palavras e nada mais que palavras. Necessito sair do ruge-ruge, espairecer. Tornou-se uma certa urgência me preservar um pouco, me expor menos, talvez porque não tenho capacidade de ser um pensador como os demais. O que resta depois de decepções, crises existenciais, alfinetadas espirituais, é um coração retalalhado, mais a quietude me remenda, se fui retalhado na arena em algum esconderijo, sei que me costuro, o Mestre me ensinou que posso até me isolar num monastério, este lugar mesmo remoto será o atelier do Supremo artesão.


Já fui moldado pela vida, apesar da pouca idade já estou com 3(três) décadas de vida, o meu couro já engrossou, e já suporto ouso até dizer uma quarentena de açoites, o apóstolo Paulo suportou mais de 3(três) quarentenas. Quero simplesmente o silêncio como bálsamo, para minha alma, deixar-me conduzir pela vastidão, embrenhar-me no vazio. Não quero me institucionalizar, quero somente ter a liberdade de ser livre, ouvir uma música que eu goste, não importando o seu gênero, mais sim o seu conteúdo, me vestir como me sinto bem, e falar com a liberdade de não se preocupar com erros de português, aliás tenho orgulho do meu modo cearense de falar e de me expressar .

Sinto um apelo desesperado da minha alma de fugir dos aplausos, de encolher me do fascínio da glória de homens, e seguir somente nas pegadas do Nazareno, não sei se consigo ir até o final, mas estou consciente que é nesta estrada que se aprende, tenho observado e tido a sensibilidade que o “mal” tem sede de Brilho e aplausos, porém a verdadeira vida está em se esconder na simplicidade do Nazareno.

(Pr Cleiton Pinho)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

FALANDO UM POUCO SOBRE O DIA DE FINADOS (02 DE NOVEMBRO)

Infelizmente em nosso país, milhões de brasileiros, das classes sociais mais distintas, de todos os estados da federação, cultivam o danoso hábito de visitarem os cemitérios na expectativa de rezar ou interceder pelos seus entes falecidos.
A prática de orar pelos defuntos iniciou-se por volta do 5º século (d.c), quando a igreja passou a dedicar um dia especifico do ano para rezar pelos seus mortos. No entanto, o culto de finados somente seria instituído na França, no século X, através de um abade beneditino de nome Cluny. Um século depois, os papas Silvestre II (1009), João XVII (1009) e Leão IX (1015) obrigaram aos fiéis a dedicarem um dia inteiro aos mortos. Já no século XIII o dia de rezar pelos finados finalmente começou a ser celebrado em 2 de novembro. Essa data foi definida por ser um dia depois da comemoração da Festa de Todos os Santos, onde se celebrava a morte de todos que faleceram em estado de graça e que por algum motivo não foram canonizados.
Caro leitor, a Bíblia é absolutamente clara ao afirmar que após a morte só nos resta o juízo. Ensina também, que o fato de toda e qualquer decisão por Cristo só pode ser tomada em vida, o que, por conseguinte, nos leva a entender de que não existe fundamento teológico para interceder a favor dos mortos.

Para os católicos romanos a referência bíblica que fundamenta esta prática encontra-se em 2 Macabeus 12.44. Entretanto, nós protestantes, não reconhecemos a canonicidade deste livro e nem tampouco a legitimidade desta doutrina, uma vez que o Protestantismo não se submete às tradições católicas e sim as doutrinas das Sagradas Escrituras.

Segundo a interpretação protestante, a Bíblia nos diz que a salvação de uma pessoa depende única e exclusivamente da sua fé na graça salvadora que há em Cristo Jesus e que esta fé seja declarada durante sua vida na terra (Hebreus 7.24-27; Atos 4.12; 1 João 1.7-10) e que, após sua morte, a pessoa passa diretamente pelo juízo (Hebreus 9.27) e que vivos e mortos não podem comunicar-se de maneira alguma (Lucas 16.10-31).

Ora, do ponto de vista bíblico é inaceitável acreditar que os mortos estejam no purgatório ou no limbo aguardando uma segunda oportunidade para a salvação. Em hipótese alguma nós como cristãos devemos celebrar ou participar de culto aos mortos, antes pelo contrário, fomos e somos chamados a anunciar aos vivos a vida que somente podemos experimentar em Cristo Jesus.

Texto: Renato Vargens.

Paz e graça a todos!